Mata que eu quero no meu elenco!

Recentemente, a última temporada de Malhação passou por uma baixa sem pé nem cabeça para fazer a vontade de Deus sabe quem dentro da Rede Globo. Danielle Winits teve que ver sua personagem na trama teen morrer para que pudesse entrar em Amor à Vida. Simples assim. A emissora que conta com o maior casting do país, com artistas há muitos anos sem trabalhar, como é o caso de Priscila Fantin que anda sendo muito comentada devido à ausência na telinha. Precisa mesmo “assassinar” personagens para que atores possam entrar em outra novela? Artimanha essa utilizada muito na Record, onde o que não falta são casos de personagens morrendo e entrando na novela seguinte do horário.

Em A Favorita o mesmo aconteceu. A personagem de Juliana Paes, uma jornalista, morreu para que fosse protagonista da próxima novela, Caminho das Índias. Se havia essa vontade por parte da autora, Glória Perez, por que não houve a procura antes para reserva-lá? Essas decisões são mesmo tomadas em cima da hora? E como fica o autor que desenvolve toda uma linha, uma espinha dorsal a ser seguida, que de repente tem que dar fim ao destino do personagem?

É preciso haver uma melhor adequação em relação a isso. Recentemente vários atores foram dispensados por não estarem trabalhando em produções e enquanto isso tem mortes desnecessárias e quem sofre é tanto o autor quanto o público.

* Guilherme Rodrigues

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