TV Cultura é uma emissora extremamente sem noção

Tal qual os demais canais abertos, a TV Cultura é uma emissora que aposta no famoso samba do crioulo doido. A diferença, bom dizer, é que “ninguém assiste” e, portanto, não há reclamações.

A cada troca de presidente da Fundação Padre Anchieta novas demissões são feitas, atrações são canceladas ou retomadas e o jornalismo novamente sofre alterações.

Na nova temporada, outra troca no formato do “Roda Viva”, a volta do “Entrelinhas”, o fim do recém chegado “Poli” e uma nova reformulação no “Jornal da Cultura”. Agora o informativo deixará os comentários de lado e apostará no formato tradicional de telejornalismo.

É impossível listar a quantidade de vezes que o “Jornal da Cultura” foi reformulado. Ora com mais prestação de serviços, comentado ou igual aos outros. Além disso, frequentemente testam outros informativos durante o dia, final de noite, e são sempre cancelados ou retomados de tempos em tempos.

Até o pobre “Cocóricó” vive na corda bamba. Por mais que esteja no ar há tantos anos, volta e meia um novo rumor sobre o final do infantil vem a tona.

A loucura é explicável: se as concorrentes, com um único dono, vivem de mudanças, o pior fica para a Cultura, que tem sempre um novo “dono” cantando de galo e querendo promover um tsunami e fazer uma limpa no que o gestor anterior fez.

Talvez tanta mudança e a falta de personalidade explique o fato de “ninguém assistir”, não?

* Publicado originalmente em A TV Em Cena

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