Autora é escalada para ajudar Lombardi em "Pecado Mortal" e comenta novidade em entrevista exclusiva


Margareth Boury, autora do sucesso “Rebelde”, está feliz da vida. Ela foi convidada pelo autor Carlos Lombardi para retomar a parceria que tinham nos tempos de Globo, quando colaborou em produções como “Kubanacan” e “O Quinto dos Infernos”.

O convite aconteceu porque um dos colaboradores de “Pecado Mortal”, Emílio Boechat, precisou se afastar da produção por conta de problemas de saúde. “Foi saboroso entrar no mundo do Lombardi de novo”, vibra Margareth.

A autora, no entanto, revela que a parceria terá curta duração, porém, nessa entrevista exclusiva ao RD1, ela comenta  seus próximos passos na Record, que inclui uma novela de época, trata sobre sua relação com os fãs de “Rebelde”, além da torcida pelo pai e filho, que fazem sucesso em “Chiquititas”.

Confira:

Como será sua passagem por “Pecado Mortal”?

Acho que vai ser rápida. E muito gostosa.

Como é receber um convite para voltar a trabalhar com o autor Carlos Lombardi?

Foi ótimo. Eu estava morrendo de saudades dele, somos amigos e é um prazer atender um pedido dele. Já tivemos a primeira reunião e foi saboroso entrar no mundo do Lombardi de novo. Acho, sem a menor sombra de dúvidas, que ele é um talento sem comparação. Faz um herói como ninguém. E tem uma agilidade mental impressionante!

Muito se falou sobre sua saída de “Rebelde”. O que aconteceu de verdade?

Fiquei doente. Foram dois anos seguidos em cima do computador. Pois antes de Rebelde eu escrevi vinte capítulos de Vivendo a Vida. É um desgaste físico e emocional muito grande. Fui na sala do Hiran (na época diretor de dramaturgia) e disse que estava dando defeito. Não conseguia mais pensar em coisa nenhuma, deu tilt. A Record foi muito humana, compreendeu minha situação e eu sai. Não teve a ver com entrada de criança, com qualquer outra coisa: foi cansaço extremo.

Na Record você escreveu uma novela que não emplacou, “Alta Estação”, e outra, também destinada aos jovens, que foi um sucesso, “Rebelde”. É difícil criar ao mesmo tempo em que acompanha a repercussão de um trabalho?

Não. Por que acompanhar é muito bom. No tempo de Alta Estação não tinha twitter, facebook, então eu não pude ‘escutar”o público. Em Rebelde foi maravilhoso, porque os fãs puderam falar e eu pude ler tudo. O trabalho é árduo, solitário, por mais que a gente tenha colaboradores. Daí a delícia de poder recolher o reconhecimento e acatar as críticas.

“Rebelde” foi bastante premiada, inclusive no “Troféu Imprensa”, um dos mais respeitados do segmento. Vocês dedicaram os prêmios aos fãs. Como foi sua ligação com os telespectadores durante a produção?

Como eu disse, foi ótima. Os fãs foram sempre carinhosos, atentos, e são até hoje. Temos, todos (Ivan, Gilvan, que era o produtor da novela e , claro o elenco), muitos seguidores no twitter que estão de olho na gente e mandam muitos recados.

Seu pai e filho estão atualmente trabalhando em “Chiquititas”, maior audiência do SBT. Como é a torcida, estando em canais diferentes?

Torcemos sempre um pelo outro. Assisto a novela quando posso, procuro sempre estar presente na vida profissional da minha família. Meu irmão, Alexandre Boury, dirige Pecado Mortal. Minha cunhada, Marianna Baffa, é figurinista na Record e fez Rebelde comigo. Somos uma família televisiva (risos).

Você também é atriz. Sente saudade de atuar ou esse é um caminho que não tem volta?

Deus meu! Caminho sem volta!

Você já escreveu produções para jovens, comédias, e agora fará um trabalho de época. Foi encomenda da Record ou um desejo seu?

Desejo meu, mas o Marcelo Silva adorou a sinopse. Então virou desejo de todos.

É verdade que a novela será exibida às 20h30? A Record vai alterar o horário das novelas ou vai voltar a apostar em dois horários para os folhetins?

Não sei nada sobre isso ainda.

Alguns especiais da Record poderão ser promovidos, entrar para a grade fixa do canal. Tem vontade de voltar a escrever séries?

Sim! Adoraria escrever seriado! Saiba mais!

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1 comentários :

  1. Autora chamada p/ ajudar o Carlos Lombardi em sua primeira novela na record.As coisas realmente vão de mal à pior.

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