"Joia Rara" muda e se transforma na melhor novela no ar


Fato curioso acontece comigo e as autoras Thelma Guedes e Duca Rachid. Me empolguei muito com "Cama de Gato" e "Cordel Encantado", mas, em dado momento, as duas telenovelas passaram a andar em círculos e, por isso, deixei de assistir.

Com "Joia Rara", ocorreu o contrário. Não gostei dos capítulos iniciais. Faltava agilidade e, pra ajudar, o folhetim era muito escuro. Por mais que seja uma novela de época, não vejo a necessidade disso. Esse recurso contribuiu para, no passado, a minissérie "Os Maias", uma das mais belas da Globo, espantar telespectadores.

O grupo de discussões promovido pela emissora, no entanto, está mais uma vez provando sua utilidade. "Joia Rara" passou por alterações, motivadas pelas avaliações do público, e o saldo é extremamente positivo.

Nas últimas semanas, a produção apresenta shows diários de Nathália Dill e José de Abreu. Além deles, cabe destacar Rafael Cardoso, provando mais uma vez ser um dos destaques de sua geração. A história entre Aurora (Mariana Ximenez) e Davi (Leandro Lima) também diverte e cativa. Já que o assunto é diversão, bom citar Cláudia Missura, arrasando mais uma vez, Luana Martau, Letícia Spiller, Marcelo Médice, Nicette Bruno, dentre outros.

A história ganhou ainda mais com a 'morte' de Sílvia e a virada de Manfred (Carmo Dalla Vechia), agora com Ernest como seu refém e Gertrude (Ana Lúcia Torre) em dúvida se aproveita a boa fase ou se fica do lado do patrão.
Ou seja, uma telenovela com os ingredientes necessários para fisgar a audiência, com humor, romances, drama e tensão na medida certa. O problema, cabe dizer, é que, quando uma novela não cativa logo no início, depois, ainda mais em horário de verão, fica difícil reverter a situação.

O que é uma pena, "Joia Rara" está merecendo uma chance.

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