Autor de “Amor à Vida” perde tempo desmentindo notas ao invés de focar em sua novela


Se o autor de “Amor à Vida” usasse parte do tempo que perde desmentindo informações ou discutindo com jornalistas nas redes sociais para criar, certamente a novela não seria tão criticada e vítima de deboche nas redes sociais.

Os atores também não ficariam confusos com os rumos de seus papéis. O que admira, no entanto, é o autor, que já disse que coloca em coma o personagem do intérprete que mudar seu texto, ficar questionando o elenco se fizeram ou não alguma afirmação ‘contra’ seu folhetim.

Carrasco repetiu ontem, durante um bom tempo, a mesma pergunta destinada à um portal da internet, via Twitter: “Cazarré, Tozzi e Rodrigo negam entrevista reclamando de seus papéis. Vc tem gravação email ou mentiu?”.

Ora, um ator não tem o direito de dizer que tem dúvidas sobre seu personagem ser ou não vilão? Só é permitido casos como os de Tatá Werneck, Elizabeth Savalla e Mateus Solano, que sempre chamam o veterano autor de genial e inspirado em entrevistas?

Por qual motivo opiniões contrárias incomodam tanto? Outro dia, ele disse que um jornalista estava errado ao criticá-lo, por serem amigos. Então, concluo, quem está na novela ou os que o cercam, por laços de amizade, têm sua opinião censurada por terem pensamentos diferentes.

Também sou do time que não gosta de “Amor à Vida” e, no caso, nem assisto. Não sou como os que gostam de acompanhar apenas para criticar. O folhetim, no entanto, é uma decepção para mim, que no início julguei a história como uma ‘nova “A Favorita”‘, por conta do ritmo frenético dos primeiros capítulos.

Walcyr Carrasco tinha tudo para fazer de “Amor à Vida” a melhor novela de sua carreira, entretanto, mais uma vez preferiu apostar no pastelão. Uma pena.

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