Continuidade de especiais da Record ainda é dúvida


A Record veiculou no final do ano alguns especiais e tinha como meta transformar em seriado aquele que tivesse melhor audiência e também repercutisse positivamente junto à crítica. Dois meses após a exibição dos mesmos, no entanto, existe um silêncio incômodo no ar.

Em conversa com o RD1, Letícia Dornelles, autora de dois projetos apresentados em dezembro, a nova versão da “Família Trapo” e “Tá Tudo Em Casa”, criação sua, comentou o fato de Juliana Silveira, protagonista do segundo especial, ter sido escalada para “Vitória”, nova novela da Casa.

A autora pontuou que, caso o canal tenha interesse em dar continuidade ao projeto, existe a possibilidade de escalar novos atores, como já aconteceu com o “Toma Lá, Dá Cá”, que teve elenco diferente no piloto.

“Caso a Record deseje realizar o seriado, e não possa contar com parte do elenco do piloto, basta escalar outros profissionais. Não é problema. Nos Estados Unidos é comum. Lembra da ‘Feiticeira’? Teve dois atores interpretando o mesmo marido da protagonista. Assim com tantos outros…”, avalia.

Sem contrato, Letícia finaliza afirmando estar pronta para o que der e vier: “Estou à disposição para este ou qualquer outro trabalho. Sou profissional e não tenho apego a um projeto em especial. Quero escrever e colocar no ar”.

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