Maneco surpreende com sequências nada comuns em sua obra


Em entrevistas, Maneco disse que não iria inventar a roda, e muito menos tentar se aproximar do ritmo das novas novelas, agora com um pé nos seriados.

Mas, analisando bem, o mestre está com uma pegada diferente com "Em Família", e a sequência da 'morte' de Virgílio é digna de um seriado/filme. Muito bem feita, inspirada, e não ficou devendo em nada.

Mesmo já tendo visto situações tensas em "Presença de Anita", ou os barracos incríveis de outras produções como "Maysa", nunca vi o autor partindo para um recurso como esse, o de alguém sendo enterrado vivo - mesmo que Laerte acreditasse que o 'amigo' estivesse morto.

Isso, somado ao espetáculo que, especialmente, Bruna Marquezine e Juliana Araripe têm dado. Guilherme Leicam está bem, mas ainda acho que deve alguma coisa, enquanto Nando Rodrigues é uma grata surpresa.

E hoje, novamente, a novela promete. Após uma longa espera, estou feliz, meu autor favorito voltou com tudo!

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3 comentários :

  1. "Em Família" me devolveu o prazer de acompanhar uma novela das nove. Esses primeiros capítulos foram excelentes, e eu percebo nela um ritmo aproximado à "Mulheres Apaixonadas". Ainda bem que quase nada parece com "Páginas da Vida" e "Viver a Vida". Acho que a palavra vida em nome de novela global não é bom sinal, vide a antecessora de "Em Família". Exceção pra "A Vida da Gente" rs.

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  2. Eu achei que a propaganda da agressão do Virgílio parecia com o ritmo de Avenida Brasil. Deu uma outra vida para a novela, ficou mais emocionante.

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  3. Mulheres Apaixonadas tinha linguagem de seriado, segunda declarações do próprio maneco na época. Estou começando a me interessar pela novela. Mas ainda lamento o fato de não ser Ricardo Waddington dirigindo. Apesar de que Jayme Monjardim não está pecando.. Apenas na parte de reconstituição de época que deixa a desejar, bom que vai acabar logo. Achei também desnecessário o Maneco ter colocado a palavra 'recalque' na boa do Laerte, não era usada em 1990.

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