Morte de Paulo Goulart é irreparável para a teledramaturgia


Realmente lamentável a morte de Paulo Goulart, nesta quinta-feira. Não sou de escrever sobre partidas, mas, neste caso em especial, merece registro.

São raros os atores do sexo masculino que têm minha admiração, num universo onde as mulheres reinam. Mas Paulo estava ali, nessa seleta lista. E era um monstro sagrado, cuja história se confundia com a do veículo.

E a perda é ainda mais irreparável porque, nos últimos tempos, diferente de sua esposa, a também grandiosa Nicette Bruno, estavam lhe dando trabalhos aquém de seu talento. Ainda mais num momento em que a Globo tem dificuldade para escalar galãs... com talento.

Quando soube da doença, torci para que se recuperasse e pudesse voltar a interpretar um personagem à sua altura. Não deu tempo.

Paulo Goulart vai embora, mas deixa em minha memória especialmente o inesquecível Donato, vilão asqueroso da segunda versão de Mulheres de Areia.

Que Deus o acompanhe e conforte a família!

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1 comentários :

  1. Otimo ator e parecia ser um otimo ser humano
    Q Deus conforte a família conhecidamente espirita nesta hora
    Cláudia Taissa

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