"A Culpa é das Estrelas" emociona, faz pensar na vida e relata as injustiças/surpresas do dia a dia


"Não é justo", ouvi essa frase em algumas ocasiões durante a exibição de A Culpa é das Estrelas, cujas sessões estavam lotadas.

É difícil a gente julgar o que é ou não justo, quando quem decide é Deus. Mas uma coisa chamou bastante minha atenção na história: o destino de Hazel Grace não foi previsível.

Às vezes contamos com algo como definitivo, e não é bem assim que acontece. Exatamente por não sermos Deus — por essas e outras temos as surpresas, boas e ruins, da vida.

É bem possível, caso essa história de que atraímos negatividade/positividade de acordo com nossos pensamentos, que seu final tenha sido mudado a partir da chegada de  Augustus Waters. Ele deu a vida que ela não tinha. 

Algo rápido, daquele tipo "um furacão que passou em minha vida", mas, na montanha russa que viveram, ambos transformaram suas vidas. E ganharam com isso.

Sou do tipo que acredita que as situações difíceis trazem ensinamentos e, quando fazemos o uso correto e, ao invés de nos jogarmos numa cama, os usamos para nos fortalecer, aí sim fica fácil concluir que Deus tinha um um objetivo e que não foi em vão.

Esse longa me fez pensar nessas coisas, que já fazem parte do meu dia a dia, e que voltaram à tona.

Era possível ouvir pessoas soluçando durante a sessão. A Culpa é das Estrelas é realmente emocionante.

Não gostei do elenco adulto, achei que ficaram devendo. Mas Ansel Elgort e Shallene Woodley arrasaram. Nat Wolff também esteve bem como Isaac, amigo de Gus.

E o projeto de Dr. House, Peter Van Houten? Willem Dafoe me lembrou bastante o médico sem noção 1 e também mandou bem, assim como a atriz que viveu a assistente do personagem.

Enfim, mesmo que o desfecho não seja o sonhado/desejado na vida real, é bom lembrar: por aqui as coisas também não seguem o estilo "conto de fadas".

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