Globo erra com suas novelas porque ainda não entendeu o óbvio


Império e Boogie Oogie eram duas excelentes novelas. Eram.

O que mudou? Tempo demais no ar.

Se Boogie tivesse terminado há um mês, um mês e meio, ou simplesmente tivesse saído do ar logo após a virada do ano, teria se despedido em alta, com as críticas positivas dominando.

Agora, só se fala em clichês, repetições e... Jesus, quem ainda aguentava aquele segredo da Carlota?

Já havia perdido a graça, o sentido. E, convenhamos, a revelação foi algo bem qualquer coisa.

Valeu, no entanto, pela cena final de Giulia Gam: "Que se dane o amor".

Sim, o defecho foi excelente. A novela terminou como uma das melhores da faixa.

Mas poderia ter saído de cena redondinha como Meu Pedacinho de Chão, que foi curtinha e deixou saudade.

Tanto Império quando Boogie já se despedem com a sensação de: mas ainda estão no ar por qual motivo?!

A Globo, diferente do SBT e Record, tem estrutura para segurar a onda de apostar em novelas com duração de no máximo cinco meses.

Tanto que produz tramas às 23, Malhação sempre renovada, séries, minisséries...

Insistir em histórias com seis, sete meses ou mais que isso, sem que os autores enrolem o público, não existe.

A Favoita mesmo, que este blog a-d-o-r-a, foi curtinha.

Aliás, não apenas os autores não seguram uma barriga saradinha como o público já não tem mais a mesma paciência para ficar tanto tempo preso em uma única coisa.

Acorda dona plim plim, o detox tá na moda!

Gordurinha, gordurão, vai saindo de montão...

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