No "Roda Viva", Maria Adelaide mostra-se chateada com fim das minisséries globais


É difícil destacar apenas alguns pontos diante da riquíssima entrevista que Maria Adelaide Amaral deu ao Roda Viva ontem, que contou com a grandiosa participação de Irene Ravache na bancada — "muy amiga", tentou arrancar dela o motivo por não se casar de novo, por exemplo. Hilário!

Diversas vezes ela tratou sobre seu descontentamento pela Globo não ter feito Nassau — obra considerada muito cara para ser realizada — e por abandonar as grandes minisséries, trocando por microsséries.

Contou que Dan Stulbach também ficou chateado pois seria Nassau, e que lhe deu um personagem em Queridos Amigos após o cancelamento.

Disse gostar de fazer novelas, mas ficou bem claro que ela estaria muito mais contente resgatando personalidades históricas em minisséries de 30 capítulos ou mais.

Falou que nem sempre gosta do resultado de um trabalho, mas que é feliz na Globo e sortuda. Que já iniciou a maratona para "Sagrada Família", novela das 21h.

Tratou bastante sobre política também e foi bem direta ao responder que não escreveria minisséries nem sobre Sarney, Lula ou Collor, mas que Lula talvez um dia rendesse alguma coisa, não agora.

E estava muito revoltada com quem defende o retorno da ditadura.

Enfim, um achado. Ficaria horas escutando-a!

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