É difícil dizer adeus à Marília Pêra



Quando li há algumas semanas que Marília Pêra não estava bem, torci para que fosse mentira. E hoje está difícil trabalhar: era verdade e ela faleceu.

A partida dela é irreparável para as artes no Brasil. Qualquer coisa que se diga, é pouco diante do tamanho de Pêra.

E muitos já disseram tantas coisas lindas. Passei o dia na GloboNews, que tem feito uma cobertura do jeito que ela merece, diferente da Globo, que deu muito pouco espaço à uma de suas principais contratadas.

Preferiu passar a manhã falando de cachorro, maquiagem e árvore  de Natal. Nem o Jornal Hoje fez uma cobertura decente.

Mas a GloboNews abriu espaço para Nicette Bruno, Eva Wilma, Jorge Fernando, Irene Ravache, Tony Ramos, Francisco Cuoco... Milton Gonçalves e Lima Duarte, especialmente, emocionaram com o que falaram.

E a maioria citou Darlene, de Pé na Cova. Impressionante como é uma unanimidade, inclusive na classe artística.

Mas ela deixa mais que Darlene: uma vída dedicada à arte e com atuações impecáveis. Descanse em paz, Marília. :(

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1 comentários :

  1. Adoro a Marília Pêra, mas não tenho saco para cobertura de morte de quem quer seja.

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