De Caetano Veloso a Gustavo Borges, ‘Altas Horas’ traz uma mistura de histórias e estilos neste sábado

“A tristeza é senhora, desde que o samba é samba é assim...”. E, desde que o ‘Altas Horas’ é ‘Altas Horas’, acontecem as misturas mais inusitadas no palco da atração. No programa deste sábado, dia 30, tem sambista, tem cantor de MPB, tem roqueiro, tem ator, tem medalhista olímpico, tem narrador esportivo. Uma diversidade de estilos e temas enriquecedores!

De um lado da arena estão Caetano Veloso, Mosquito e Teresa Cristina, que cantam músicas do baiano e também sambas de Cartola, deixando a plateia completamente envolvida, apreciando esse encontro. Do outro, o ator Sergio Guizé volta ao programa com a banda Tio Che, esquentando o clima com muito rock.

A conversa fica ainda mais animada com Ney Latorraca, Cleber Machado e Gustavo Borges. Com quatro medalhas olímpicas no currículo, o ex-nadador conta que sua vida na natação começou desde que ele era bem criança. “Nasci dando braçadas, mas também fiz faculdade de Economia em paralelo, e agora sou economista”, diz Borges. Cleber Machado, que já narrou momentos históricos do esporte mundial, encontrou no rádio seu primeiro trabalho e nunca mais parou. Para Ney Latorraca, o caminho de chegada até a profissão de ator foi bem mais longo. “Trabalhei em banco, fui gerente de loja, trabalhei no departamento pessoal da Santa Casa de Santos, fiz muitas coisas enquanto estudava teatro na Universidade de São Paulo”, conta o ator.

No ar em ‘Êta Mundo Bom”, Guizé agradece por ter encontrado o teatro em sua vida. “Eu dei aula de artes plásticas em escolas, fui motoboy, mas me perdia muito, vendia roupa, fui garçom e barman, mas eu era péssimo, derrubava tudo nos clientes. O castigo era lavar pratos a noite toda”, diverte-se o ator e cantor. Para completar esse time estrelado, o ‘Altas Horas’ recebe Mustafary, Gilson – O Garçom e Mary Help, personagens de Marco Luque que já são um sucesso.

E, em um depoimento bastante forte, Thayane Tavares Monteiro, sobrevivente da chacina em uma escola em Realengo, no Rio, em 2011, conta como foi aquele 7 de abril, que, além de memórias, a deixou paraplégica. “Nós estávamos na sala de aula quando começamos a ouvir uns barulhos; o atirador entrou na nossa sala e eu me escondi atrás de uma mesa. Ele me deu um tiro e, como viu que eu estava viva, deu mais três. Um deles atingiu a minha medula”, relata a estudante de Direito, que pretende ser delegada.
O ‘Altas Horas’ vai ao ar aos sábados, após ‘Zorra’.

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