No Câmera Record desta quinta-feira (28/07) , uma investigação sobre o trabalho de crianças e adultos na produção da castanha

Por trás de uma das mais prósperas produções de castanha de caju do mundo existe uma rede de exploração de adultos e crianças. O Câmera Record desta quinta-feira (28/07) denuncia as condições desumanas de trabalho de quem sobrevive da quebra da castanha no agreste brasileiro.

O trabalho pesado compromete a saúde dessas pessoas. Além disso, muitos castanheiros ficam com os dedos machucados e não conseguem tirar a carteira de identidade, como é o caso de Wagner, que ficou sem as digitais nos dedos. "Fiquei chocado quando a moça do cartório me avisou que eu não tinha condições de tirar uma carteira de identidade, porque eu tinha perdido minhas digitais. É como se eu não fosse alguém", desabafa.

Os repórteres revelam também como várias gerações de trabalhadores rurais são explorados na produção desse produto nobre e caro, que está presente à mesa dos brasileiros.

Para famílias inteiras, não se submeter a esse ciclo de exploração significa passar fome. “Eu só compro e vendo, não tenho nada a ver com as condições de trabalho deles", diz um intermediário à nossa equipe.

E mais: um exemplo de esperança. A história da jovem castanheira que sonha em fazer faculdade. "Tudo que eu quero na vida é fazer faculdade e escapar dos atravessadores que nos exploram".

O Câmera Record, apresentado por Marcos Hummel, vai ao ar nesta quinta-feira, 28/07, às 22h30, logo após o "Jornal da Record".

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