“Beijar na boca pode, o que não pode é ir aos finalmentes”, dispara Sula Miranda



No ‘Papo com Dani’ deste domingo (21), a apresentadora Daniela Albuquerque vai até a casa da cantora Sula Miranda para uma conversa emocionante e intimista. Além de relembrar os momentos mais marcantes dos 30 anos de carreira, Sula detalha o relacionamento com a irmã, Gretchen, e conta como nasceu a paixão pela música sertaneja. “Eu não curtia as coisas que as meninas da cidade curtiam. (...) Quando Chitãozinho e Xororó modernizaram a música sertaneja eu comecei a ouvir e percebi que era disso que eu gostava. Tomei a decisão de ser uma cantora sertaneja e enfrentei muitas barreiras, porque sempre eram duplas, não tinha uma mulher cantando sozinha. Minha única referência de sucesso foi Nalva Aguiar”, recorda.

A ‘Rainha dos Caminhoneiros’ também fala sobre a canção que lhe rendeu este título, ‘Caminhoneiro do Amor’. “É meu hino, é a música que não posso deixar de cantar. Ela é minha referência porque por conta dela minha vida mudou”, afirma a cantora, que ainda explica a ideia que teve para evitar o assédio do público masculino por conta da música. “Eu não canto a vida do caminhoneiro, eu canto a vida da esposa dele. Isso foi uma estratégia feminina. Elas compravam o CD para dar de presente aos maridos porque sabiam que quando eles me ouvissem seriam obrigados a pensar nela. E isso funciona até hoje!”, confessa.

Questionada pela apresentadora sobre estar sem beijar na boca há oito anos, Sula, que recentemente lançou a autobiografia ‘De rainha a serva de Deus’, é enfática: “Mais ou menos isso. Vou explicar: sou crente convicta, dormir só com o marido. Beijar na boca pode, o que não pode é ir aos finalmentes. Eu fiz essa opção de vida”.

Com apresentação de Daniela Albuquerque, o Sensacional vai ao ar todos os domingos, às 16h30, pela RedeTV!

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