Como Será? - América do Sul sobre rodas


No lugar das nuvens, estradas. O avião monomotor foi substituído por um motorhome. No ‘Como Será?’ deste sábado, dia 27, o casal de atores e apresentadores Max Fercondini e Amanda Richter estreia nova aventura. Depois de visitar iniciativas sustentáveis em locais de difícil acesso pelo Brasil afora no quadro ‘Sobre as asas’, exibido em 2015, este ano eles passaram seis meses viajando pela América do Sul para gravar ‘América do Sul sobre rodas’. Nesta nova expedição, a ideia é mostrar, ao longo de 12 episódios, as diferenças naturais e culturais presentes no continente. Para isso, Max e Amanda percorreram 21 mil km entre seis países: Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia. Além de mostrar belas paisagens com vales, lagos, vulcões, geleiras e desertos, a cada parada eles conversam com especialistas em diferentes áreas. O episódio de estreia mostra o início da viagem, no Chuí (Rio Grande do Sul), de onde eles partem para a Patagônia Argentina. O casal visita a geleira de Perito Moreno, no extremo sul da Argentina, onde conversam com o glaciologista Pedro Skavarca, que explica os efeitos das mudanças climáticas na região e a importância das geleiras para o planeta. Enquanto Max aparece fazendo trekking, Amanda tenta avistar a face norte do Perito Moreno, onde ocorrem os desmoronamentos de blocos de gelo. “O público pode esperar uma mistura de reality de aventura, informação e muita emoção”, diz Max.
Em tempos de realidade aumentada e caça a Pokémons, o ‘Como Será?’ faz um mergulho no mundo da tecnologia no ‘Hoje é dia de... robô’. Alexandre Henderson aprende o que é Inteligência Artificial conversando com um... robô. O coordenador de robótica do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul, explica até que ponto os androides podem pensar e tomar decisões sozinhos. Em outra reportagem, o apresentador acompanha uma aula de Tecnologia Criativa, onde crianças aprendem a construir e programar um robô. Em uma feira de robótica, Alexandre acompanha uma batalha internacional, com quase 500 concorrentes. 
No quadro ‘Aluno Nota 11’, estudantes de uma escola de São Vicente, em São Paulo, desenvolveram um repelente contra o Aedes aegypti. Detalhe: eles usam apenas  ingredientes caseiros. 
No estúdio, Michelle Loreto – que substitui Sandra Annenberg na apresentação do programa – recebe a coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo, Silvia Naccache. Na véspera do Dia Nacional do Voluntário, ela dá dicas aos telespectadores que desejam trabalhar por uma causa. Ela ajuda a esclarecer quais devem ser as principais características de quem faz este tipo de atividade e se todos se encaixam no perfil. “Voluntário é quem doa tempo, trabalho e talento”, ensina a especialista.  
Sobre o ‘Como Será?’
‘Como Será?’, parceria do Jornalismo e da área de Responsabilidade Social da Globo com a Fundação Roberto Marinho, tem como objetivo compartilhar com o público experiências transformadoras, exemplos de cidadania e colaborar para a construção de um futuro melhor ao tratar de maneira integrada temas como educação, ecologia, mobilização social, trabalho e inovação. É um espaço para apresentar, conhecer e incluir pessoas e ideias, que conta com a interatividade como grande aliada. O programa vai ao ar às 7h (exceto nas afiliadas com conteúdo regional) e é reprisado na GloboNews e no Canal Futura, aos domingos, às 06h05 e às 15h, respectivamente. Maiores informações no site redeglobo.globo.com/como-sera e nas grades de programação locais.   

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