Pesquisas que comprovam benefícios de castanhas e nozes para a saúde e beleza serão apresentadas em evento da Fiesp



O encontro que reúne pela primeira vez, nesta segunda-feira (29), às 8h, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), produtores do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile e Equador para discutir potencial de crescimento do setor na América Latina, incluiu na programação a apresentação de pesquisas que mostram por que nozes e castanhas se transformaram em queridinhas de profissionais de nutrição e passaram a fazer parte das dietas para emagrecimento e de esportistas, nos últimos anos.

Com aumento de consumo mundial entre 6% e 8% ao ano, segundo o International Nut and Died Fruit Council (INC), as nuts – fontes de vitaminas e ricas em minerais como potássio, selênio, fibras, proteínas e gordura boa – estão ganhando cada vez mais espaço no lanche entre as refeições e na prática de atividade física para gerar energia. Na dieta, a ideia é consumir para ajudar no emagrecimento, mas o poder antienvelhecimento também tem conquistado adeptos ao novo hábito.

Para abordar o tema participam do painel Pesquisa & Desenvolvimento a nutricionista Graziela Biude, da Universidade de São Paulo (USP); Glaucia Pastore, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Erica Vieira, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), além da diretora da Econut, Ana Luiza Vergueiro e Ladislau Martin Neto, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa).

O encontro

Promovido pela Fiesp e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), além dos estudos, o evento discute o potencial de crescimento da produção de castanhas e nozes na América Latina e no Brasil.

Um dos destaques será a apresentação do diretor e embaixador do International Nut and Dried Fruit Council (INC) para o Chile, Siegfried Von Gehr, que demonstra como o país aumentou a exportação de nozes, nos últimos dez anos.

De acordo com José Eduardo Camargo, vice-presidente do Ciesp e diretor da Divisão de Nozes e Castanhas do Departamento de Agronegócio (Deagro) da Fiesp, o aumento de consumo das nozes no mundo é evidente e a indústria de alimentos tem usado cada vez mais estes frutos em produtos, como pães e biscoitos, por exemplo.

Para Camargo, este é o momento de unir esforços, buscar incentivos e dar condições aos produtores de investirem nestes itens. “Em 2015, o Brasil exportou US$ 135 milhões em nozes. No Chile, esse valor foi de US$ 300 milhões. Temos muito o que crescer”, conclui.

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