História de Elisa em Justiça é muito bizarra



Glória Perez disse, depois das muitas reclamações do público e crítica sobre Salve Jorge, que é preciso saber voar.

Sim, é preciso, mas algumas coisas são muito, muito estranhas. Que grau de perturbação tem uma pessoa que transa com o assassino de sua filha?

Você passa sete anos planejando assassinar uma pessoa, ela sai da cadeia e você se aproxima a ponto de virar madrinha do filho dele, orientadora na faculdade, arrumar um emprego e ainda transar com o cara?!

Sim, Elisa descobriu coisas que não sabia sobre Elisa, mas isso não muda o fato de que ele a assassinou.

Enquanto nós nos questionamos se seríamos capazes de perdoar, Elisa já fez muito mais que isso.

E nem estou dizendo que a história é ruim. É ousada, mas, graças a Deus, acho (e acredito que achamos) essa trama bizarra.

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7 comentários :

  1. Concordo que a história é bizarra, mas não por estar na minissérie. Qualquer passada de olho em um jornal estilo Notícias Populares, você vê três histórias piores que esta. As pessoas que acham que isso não acontece na vida real estão bem iludidas. A vida real pode ser bem pior, infelizmente.

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  2. É que na verdade pensei em pessoas normais ao escrever. Sabe quando a gente deixa um pouco a realidade do lado? Nem pensei nisso. Mas você tem razão, a vida real é muito mais bizarra.

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  3. Então, só pra exemplificar o que estou dizendo, ano passado li uma matéria que me chocou tanto. Uma mulher, não sei se do Pará ou do Amazonas, mas da região norte, que vivia meio que isolada em uma ilha, a mãe dela abandonou o pai e o pai fez dela sua amante. Ela tinha tipo uns 14 anos. E ela não sabia que isso era errado, ela nunca entendeu que ser amante do pai era algo monstruoso. E teve vários filhos com ele, só começou a perceber que alguma coisa estava errada, pois alguns filhos morreram e outros tinham problemas graves de saúde. Ela saiu de onde morava, levou os filhos ao hospital e daí que teve consciência da situação em que se encontrava. Triste demais isso e assustador.

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  4. tipo aquele homem que mantinha a esposa em casa e a filha no porao, abusando dela e fazendo filhos...

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  5. Aí teríamos que falar sobre isso durante dias, pq infelizmente os casos são inúmeros e absurdos, mas só pra encerrar, nesses dois casos não existe um pior que o outro, os dois são terríveis, porém continuo achando que a da moça da região norte é um pouco mais cruel, pq essa do porão sabia que isso era errado então tirou forças pra lutar. Aquela moça, coitada, nem tinha noção do que era certo ou errado e enquanto a gente não percebe que está sendo vítima de um crime, a gente acha que o crime é "normal". É muito triste pra nós, que temos toda a liberdade do mundo e discernimento, perceber que existem pessoas sem condições até de perceber situações absurdas, o que os impede de lutar contra essas situações. Mas bom papo Endrigo, deu saudade daquele cantinho da fofoca. Abraços a todos.

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  6. Eu, sinceramente, nem vejo telejornal. Detesto saber essas coisas. Geralmente procuro programas mais opinativos e sem desgraças. Mas nem assim da pra se escapar de tudo. abraço!

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  7. E pior de tudo que é o tipo de história que da entender que a culpa de ocorrido foi da vítima.

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