Nem sempre é sensacionalismo

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Acho que meio mundo ainda está assimilando o que aconteceu nesta terça-feira com o voo que levava jogadores da Chapecoense e demais profissionais.

Uma tragédia dessa proporção é chocante. Vi na quarta-feira muita coisa que passou na Globo, e não posso falar pelos outros canais, pois não acompanhei a cobertura.

Mas achei natural o cancelamento do Mais Você, depois do Bem Estar. O jornalismo também tomou conta do Encontro e, depois, começando mais tarde, o Vídeo Show também tratou do assunto.

Mais de 70 pessoas morreram. Dentre eles, membro da imprensa, sendo que três eram contratados da Globo. Ou seja, além de cobrir um acidente tão chocante, a emissora também tinha que homenagear seus contratados que estavam indo para mais uma cobertura.

Não vi sensacionalismo. Porém, ao mesmo tempo, sempre existem situações desnecessárias. Na quinta-feira, Simone ou Simária, não as conheço, fez uma pergunta no Encontro sobre como lidar com crianças diante de uma tragédia.

Lair Rennó a cortou, anunciou intervalo e, no outro bloco, depois do matinal passar a maior parte do tempo falando da tragédia, as sertanejas iniciaram um novo bloco cantando. E cantaram de novo em seguida. Desnecessário isso.

Neste caso, era muito melhor ter seguido com a pauta até o fim do Encontro ou apostar em temáticas amenas, e sem música.

A propósito, linda a homenagem feita no encerramento do Jornal Nacional de quarta. Emocionante.
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