Pobreza de pautas do Superpop é impressionante

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Semana sim, na outra também, o Superpop discute sobre pessoas que fizeram pornôs e viraram evangélicas.

Ou pessoas que estiveram em polêmicas e viraram evangélicas. Ou simplesmente falam sobre subcelebridades envolvidas em pornografia.

Além disso, em meio a essa pobreza de pautas, o programa tem entrevistas com Jair Bolsonaro ou Marco Feliciano.

Luciana Gimenez sempre recebe os convidados, que já estiveram ali diversas vezes, repercutindo as mesmas questões e fazendo cara de surpresa, como se dissessem grandes novidades.

A questão é que esse universo gerava bons resultados no passado, mas hoje, o Superpop tem que se contentar com média de 1 ponto, no máximo 2,

Mesmo o Documento Verdade, que tem apelado para imagens fortes de sexo, não sai disso.

Ou seja, qual a vantagem de não virar o disco? Sim, nenhuma.

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