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A prisão de Lula e o show de jornalismo da Globo News

É chover no molhado, afinal, sempre que algo relevante acontece no Brasil ou no mundo a cobertura da Globo News se destaca. Mas é preciso elogiar.

Nem a Globo tem o poder de fogo do canal de jornalismo. A equipe gigantesca de repórteres e comentaristas se une em ocasiões especiais e surge na tela via helicóptero, em carros em movimento, via celular, Skype, de camarins...

Ontem, inclusive, repercutiu nas redes sociais Leilane Neuberth encerrando o Edição das 18h e já passando a bola no mesmo estúdio para Sérgio Aguiar, que iniciava o Em Pauta, de duas horas.

E, diante do pedido de prisão de Lula, os programas gravados saíram de cena e os jornalísticos ao vivo tiveram sua duração ampliada, com um encostando no outro. Inclusive, com direito ao Jornal das Dez entrando nas madrugadas. Detalhe: com tantos jornalistas à disposição e fazendo apurações, não há sensacionalismo pois não ficam repetindo informação à exaustão, e sim o debate vai se ampliando de acordo com as novidades do caso.

É muito empenho, profissionalismo e, cabe frisar, alguns jornalistas fazem entradas durante as manhãs, tardes e noites. Incansáveis.

Em um país que dá vergonha de se dizer jornalista, pois a profissão é desvalorizada e qualquer imbecil pode se dizer jornalista, a Globo News faz diferença.

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